Pix no Varejo: mais uma evolução histórica

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Por Henrique Ribeiro Filho*

 

Estamos vivendo uma época histórica, marcada pela mudança da relação das pessoas com o dinheiro. Se a popularização do cartão se deu em décadas, a do Pix está sendo feita em meses. Superando as expectativas do Banco Central, o Pix movimentou R$ 9,3 bilhões só nos primeiros sete dias de funcionamento no Brasil.

O motivo dessa popularização tão rápida não é muito difícil de identificar: sem taxas para os usuários, ele realiza transações financeiras em até 10 segundos, durante 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana e feriados.

Com o objetivo de aumentar a eficiência e a competitividade do mercado de pagamentos de varejo, já pudemos perceber a inclusão de novos modelos de negócio no setor. Mas a implementação do Pix em cada negócio pode ser diferente, sabia?

Bom, os processos iniciais são os mesmos – é feita a preparação do terminal de caixa para trabalhar com carteiras digitais, cadastro no PSP escolhido e cadastro da chave no SiTef. Porém, depois dos processos técnicos realizados, as estratégias podem ser personalizadas. Uma franquia, por exemplo, pode decidir se todas suas lojas irão trabalhar com a mesma chave Pix ou cada loja terá a sua.

Isso acontece porque cada negócio tem a sua peculiaridade e necessidades, então quando fazemos a parceria para a implementação, levamos tudo isso em consideração. Outro exemplo é o do varejo online, que pode substituir parte dos pagamentos pelo uso do Pix. Essa alternativa é ótima para agilizar pagamentos – que antes levavam até três dias úteis para serem confirmados e ainda evita desistências de compras.

O uso do QR Code também pode ser feito de formas diferentes: estático (como um valor fixo por produto) ou dinâmico (uso exclusivo por transação).  Além disso, o varejo poderá disponibilizar para os seus clientes os QR Codes em papel ou de forma digital.

Essas maneiras de personalização que moldam a forma de usar o Pix para cada estabelecimento e as vantagens do novo serviço vem agradando o varejo. Grandes empresas no Brasil já implantaram o Pix em 100% de suas lojas e vêem o resultado como positivo, ainda que estejamos passando por uma curva, ainda que rápida, de aprendizado.

 

*Henrique Ribeiro Filho é Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Software Express.

 

 

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